Jamile dertkigil

“Só vou ser feliz , se voltar a trabalhar”

Em épocas de economia e política instável, todos nós conhecemos alguém que ficou desempregado.
Será que dá para ficar feliz, quando se ganhou a oportunidade de olhar para o próprio lar e
contar quantos jogos de lençol existem no roupeiro?
Aprender, depois de tantos anos, como ligar a máquina de lavar e efetivamente lavar a roupa da semana?
Dá até para escolher o que vai ser primeiro, roupas claras ou escuras!
– Jura?
Isso não é um exagero. Muitas pessoas estão descobrindo onde moram e quais foram suas escolhas.
Neste momento são obrigados a parar e pensar sobre onde estiveram esse tempo todo.
Nunca se deram conta de tantos pequenos detalhes que envolve “tocar a vida”.
Levar os filhos para a escola, pode dar um prazer que não conhecemos.
Pode até dar mais trabalho do que bater a meta do mês.
O mais importante é a consciência do momento presente.
Ter a oportunidade de olhar para sí com mais calma e olhar para o outro, com mais delicadeza.
Viver mais feliz do que quando estavam empregados.
E a culpa, como fica?
Fica batendo na tecla dos “Super heróis””. Temos que ser muitos, e um desses é ter que
alimentar a crença que somos mais felizes, trabalhando loucamente.
Sem olhar pra dentro e nem para o lado. Assim como numa corrida de cavalos, quem chega primeiro, leva.
Leva, o quê?
Temos necessidades diferentes. Nem certo, nem errado, apenas podemos escolher fora da caixa.
Que tal viver o “presente que lhe está sendo ofertado”?
#desemprego #julgamento #prazer #eattogethercomersozinhocomeracompanhado #aprendizado

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